O filme foi excelente!
Tomei a decisão de ir ao teu encontro, até o raciocínio ter- me toldado a mente, mais uma vez.
Lia o tal " Tavares". Era uma leitura que gostava, apesar de "a usar" para adormecer mais rapidamente.
Após ter lido três contos, deitei minha cabeça na almofada, tentando não adormecer logo- pelo menos para tirar a maquilhagem- coisas de mulheres.
No entanto, não conseguia dormir.
O que uma história fictícia (ou não), faz connosco...
Especialmente quando encontramo- nos de certa forma, fragilizados. Decido não decidindo totalmente, fumar mais um cigarro. Afinal já la vai quase um maço. Mas, voltando ao que interessa, hoje era para ir ter contigo. Imaginei todo um cenário... Desde o pegar nas chaves do carro, andar por aí sem destino ao certo( sabe sempre bem), acabando à porta do teu prédio, sentada nas escadas, provavelmente na companhia de um cigarro, como o habitual( cenário à filme- o típico- ). Chegavas lá, eu abraçava- te, dava- te um longo beijo e pedia- te desculpas.
No final, acabariamos na cama, trocando juras, ficando tudo perdoado.
Como é que a história de um filme pode mexer tanto connosco?
Compaixão para com os Pais
Há 4 meses